10/02/2020 10:12
Tudo sobre as placas Mercosul no Ceará
Desde segunda-feira, 3, início da obrigatoriedade em alguns casos, a mudança no Estado já registrou mais de 535 implantações.


placa Mercosul é a placa de identificação dos veículos, mas é conhecida pelo padrão Mercosul, já que segue o mesmo modelo para todos os países que fazem parte do bloco econômico. Entre eles, estão Argentina, Uruguai e Brasil.

Calma! O Sobre Rodas simplifica. Isso quer dizer que as PIV (Placa de Identificação Veicular) de todos os países do bloco serão as mesmas, seguindo o mesmo padrão e diferenciando-se pela nacionalidade.

A determinação pelo formato da nova placa foi realizada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão vinculado ao Governo Federal. Desde 2018, alguns estados seguem implantando a mudança aos poucos.

Novidade no Ceará

Essa novidade passou a valer no Ceará, desde a última segunda-feira, 3, data limite para que o Estado aderisse ao formato. Em poucos dias, mais de 535 veículos já receberam a placa Mercosul nos postos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). 

No Detran, o proprietário deverá registrar, vistoriar e pagar as taxas de mudança de placa. As placas Mercosul são instaladas em estampadoras credenciadas em editais e não no Detran, hein.

Mas você sabe em quais casos ela é obrigatória? A questão está gerando muitas dúvidas nos condutores. Saiba que o novo modelo será obrigatório apenas nos casos abaixo:

• Primeiro emplacamento;
• Placa antiga, no caso de mudança de município ou unidade federativa;
• Ocorrência de roubo, furto, dano ou extravio da placa;
• Quando há troca de categoria;
• Casos com necessidade de instalação da segunda placa traseira.

Posso trocar a placa voluntariamente?

Pode. Quem quiser pode realizar a mudança de forma espontânea. No entanto, quem não optar pela nova placa, pode continuar com a atual placa cinza até o fim da vida útil do veículo.

Mudanças

Os sete dígitos na placa permanecem. Porém, com quatro letras e três algarismos.  Outro ponto é que a sequência não será de letras e números seguidos. Ficará intercalada: LLL NLNN – sendo L para letra e N para número. 

Visualmente, a nova placa gera surpresa. O aspecto é bem diferente apenas o tamanho é o mesmo. A tarja preta com o nome da cidade dá lugar a uma faixa azul com o nome e bandeira do país. As cores da combinação alfanumérica mudam de acordo com a função do veículo, mas o fundo é sempre branco.

A tecnóloga chega com um QR code, com o qual será possível descobrir todas as informações sobre o veículo.

E aí, ficou alguma dúvida? Caso algum ponto não tenha ficado claro, o Sobre Rodas aconselha que você procure o www.detran.ce.gov.br/ para mais esclarecimentos.

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28/01/2020 12:41
A história do Fusca no mundo e no Brasil
Descubra a relação entre o Fusca e a Segunda Guerra Mundial

Você sabia que a mesma mente cruel que comandou o holocausto judeu, provocou a Segunda Guerra Mundial e levou a Alemanha à ruína foi essencial para a criação do carro mais simpático e vendido no mundo?

Isso mesmo. Embora jamais tenha aprendido a dirigir, Adolf Hitler, político alemão que serviu como líder do Partido Nazista, era fã de automóveis e encomendou o desenvolvimento de um “carro do povo” — volkswagen, em alemão — que acabou caindo nas mãos de Ferdinand Porsche, em 1932. Já pensou que se não fosse Hitler você não teria assistido o clássico das telas “Se meu fusca falasse” e jamais teria escutado a música “Fuscão preto”!

Porsche acreditava que um automóvel para ser popular deveria ser leve e transportar até cinco pessoas, além de alcançar e manter velocidades de até 100 km/h. O primeiro protótipo do Fusca foi concluído em 1936, com design baseado no Typ 12, modelo de automóvel projetado pelo engenheiro em 1931.

No ano de 1938, o Fusca começou a ser produzido apenas para atender ao mercado alemão e foi vendido de forma concentrada para a elite do país no período da Segunda Guerra Mundial. Com o fim da guerra, em 1945, a frente de ocupação britânica assumiu a fábrica que foi reconstruída e voltou a produzir o Fusca que passou a se chamar Volkswagen Sedan. Ao todo, 20 mil unidades do carro foram fabricadas, com o objetivo de retomar o desenvolvimento da economia alemã após a guerra.

Outros países conheceram o Fusca a partir de 1947, ano em que o modelo foi exportado para Holanda, Bélgica, Suíça e Dinamarca. Dois anos depois, foi a vez do carro ser lançado nos Estados Unidos, onde a economia efervescia no período pós-guerra e alavancou as vendas. A incrível marca de um milhão de carros produzidos, foi alcançada em 1955. 

Desde 1849 presente nas Américas, o Fusca se tornou um sucesso de vendas nos países latinos, principalmente pelo fato de seu valor popular e acessível. Em 1973, foi inaugurada no México, uma fábrica na cidade de Puebla e, um terço das vendas de automóveis no país, eram de Fuscas. 

Fusca no Brasil

Os brasileiros conheceram de perto o Fusca em 1953, com fabricação nacional a partir de 1959 na cidade de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. No Brasil, a produção do automóvel foi interrompida em 1986 e retomada em 1993, a pedido do então Presidente da República Itamar Franco.   

O final definitivo do Volkswagen Fusca no Brasil ocorreu em 28 de junho de 1996, quando saiu oficialmente de linha. Para coroar o momento, ganhou uma série limitada batizada de “Ouro”, com 1.500 unidades. Duas releituras modernas ainda acompanharam o Volkswagen. Em 1998, a marca apresentou o New Beetle, que tinha a mesma plataforma e motores de Golf e Bora. A produção durou até 2010.

A segunda geração moderna foi apresentada em 2011, já como modelo 2012, com o novo Beetle. O carro apresentava um motor turbo 2.0 de até 211 cv e um câmbio automatizado de seis marchas.

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