20/05/2020 12:43
Veja 5 dicas para saber se você tem o perfil para ter sua própria empresa
Em meio à grande crise atual instalada decorrente da pandemia, empresas fecharam ou reduziram suas equipes e muitas pessoas já perderam seus empregos. O que fazer então?

Líder mundial no ranking do empreendedorismo, o Brasil bateu recorde em 2015 com profissionais que estavam apostando em um negócio próprio. No mesmo ano, três em cada 10 brasileiros eram empreendedores. Em 2019, o país atingiu o número de 52 milhões de brasileiros que possuem negócio próprio. Em 2020, quatro em cada 10 brasileiros já são empreendedores, isso quer dizer que em 2021 esse número deve decolar e bater novo recorde.

Em meio à grande crise atual instalada decorrente da pandemia, empresas fecharam ou reduziram suas equipes e muitas pessoas já perderam seus empregos e outras ainda estão prestes a perder.

Com isso, essas pessoas devem buscar formas de ter uma renda alternativa para seus sustentos. E aí será a ocasião onde surgirão muitos que irão empreender por necessidade.

Apesar de motivados a empreenderem pela necessidade, essas pessoas estarão diante da grande chance de suas vidas, e vão poder enfim mudar suas histórias, pois empreendendo irão perceber que quanto mais trabalharem, mais terão chances de melhorar seus resultados. E isso só vai depender da própria pessoa.

Mas para tudo isso dar certo, esses empreendedores precisarão ser bons ou aprender sobre esses cinco pontos listados em seguida:

1. Planejamento

Os novos empreendedores não poderão mais ser aventureiros, desorganizados e indisciplinados acostumados a tocar o negócio sem nenhum planejamento. Por mínimo que seja, diante da situação reversa atual, é preciso que haja planejamento!

Essa será uma habilidade indispensável, pois sem isso, certamente o negócio deverá entrar nas estatísticas das empresas que deixam de existir nos dois primeiros anos de vida, como aponta relatório feito pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), sobre o percentual de sobrevivência de empresas no Brasil, que diz que de cada quatro empresas abertas, uma fecha antes de completar dois anos de existência no mercado.

Planejar é enxergar a corporação a longo prazo; é construir um futuro corporativo; é decidir no presente para executar no futuro estabelecendo metas saudáveis e alcançáveis para a construção de um futuro.

2. Liderança

A liderança está associada à capacidade de influenciar pessoas, sendo o próprio exemplo para seus liderados, devendo ser fonte de inspiração para seus colaboradores e atitude inovadora. Seus liderados aprenderão com o seu comportamento, exatamente com suas ações, com o que você faz e não apenas com o que você fala.


Para se tornar um bom líder, o empreendedor deve ser um bom ouvinte, saber chamar a atenção e não perder a oportunidade de validar e elogiar sempre em público sua equipe. O líder nada mais é do que um vendedor de missões, transformado seus liderados em seguidores e fãs da corporação. É saber tirar o melhor de cada um, aproveitando as qualidades de seus liderados, potencializando e convertendo em resultados para a corporação e consequentemente para todos.


3. Habilidade de adaptação

As empresas e o mercado são totalmente mutáveis e a cada dia essas mudanças têm acontecido com mais constâncias. Corporações e gestores precisam se tornar peritos em adaptação.

Estamos vivendo exatamente esse momento, onde do dia pra noite empresários do pequeno ao grande zeraram seus faturamentos, empresas que na sua grande maioria foram impedidas de funcionar de forma presencial. Empresários vendo seus faturamentos ir por ralo abaixo.

E aí ? O que fazer então diante dessa dinâmica surpresa desagradável para salvar sua empresa? Como será o comportamento dos seus clientes em alguns dias futuros?

Precisamos enxergar o que ninguém mais vê. O futuro no presente faz parte da vida de um empreendedor. Não adianta ficar na zona de conforto e resistir às mudanças, pois quanto maior a zona de conforto mais estagnado será o seu negócio. Empreender não é nada confortável, nada fácil e muito menos lugar de pessoas que buscam segurança e estabilidade.


4. Gestão


Não é nada comum empreendedores tradicionais terem uma boa relação com a gestão de seus negócios. Mas para alguns empreendedores, administrar um negócio não é nada prazeroso e parece ser algo muito chato cuidar de tantos números.

A gestão de um negócio é algo importantíssimo para o sucesso de uma corporação. Não adianta todo o organismo da empresa funcionar sem que haja gestão. É como se a roda não rodasse.

A gestão empresarial relaciona vários atributos desafiadores como: gestão de pessoas, contas a pagar e a receber, Recursos humanos, controlar números gerais, estabelecer metas e avaliar resultados. No caso de um pequeno negócio isso também acontece, mas em menores proporções.

5. Conhecimento tecnológico


A tecnologia e a internet são excelentes ferramentas que podem auxiliar no crescimento e desenvolvimento de uma empresa. Há mudanças o tempo todo nas tecnologias, afetando diretamente a produtividade e a eficiência das empresas, pontos importantes para o funcionamento e sobrevivência de qualquer organização no mercado.

Somente em  2019, as empresas de e-commerce apresentaram faturamento de aproximadamente R$ 75 bilhões, ou seja, algo em torno de 10% do PIB nacional foram movimentações eletrônicas em lojas virtuais ou qualquer outro tipo de negócio relacionado à compra e venda na internet. A tendência é crescente nos números. Um negócio que não tem uma artéria tecnológica pode estar com os dias contados.

Em corporações maiores, tecnologia e internet são indispensáveis. A tendência é que todos os equipamentos físicos tenham uma versão virtual, pois estruturas virtuais trazem vantagens competitivas infinitamente maiores do o modelo convencional.

Grande exemplo disso são as instituições financeiras como os bancos convencionais, que têm tido muita dificuldade em criar diferenciais para competirem com os bancos virtuais. É discrepante a diferença dos custos, estrutura física e, a cada dia, se torna mais caro. Enquanto que a estrutura virtual tem baixo custo e acaba refletindo no preço do produto, mudando o posicionamento do cliente. Hoje o mundo já opta pelas compras online por vários motivos dentre eles a comodidade, facilidade, agilidade e preço mais atrativos.

Ja chegamos no futuro e ele é virtual! As empresas precisam se adaptar ao "novo" para não serem esmagadas pelos próximos empreendedores que estão por vir.

 

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