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Débora Moreira: rainha das lembranças

Publicado em 09/03/2018 às 21:47
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Débora Moreira nos recebeu para uma entrevista exclusiva, durante a qual relembrou momentos de sua carreira, analisou sua atuação no mercado de personalização de lembranças e também falou da vida pessoal. A seguir:

De que maneira nasceu o interesse profissional pela personalização de lembranças?

Nasceu da necessidade, por ocasião do casamento das minhas filhas. Não encontrei  no mercado nada de que gostasse realmente, feito com capricho e qualidade.

Qual o maior desafio de trabalhar nesse ramo?

Sempre se superar! A cada criação, um desafio.

Desde o início da carreira, quais as principais dificuldades superadas?

Manter a excelência e a qualidade dos nossos produtos dentro das exigências dos clientes.

Como atua na fidelização de seus clientes?

Os clientes são nosso bem maior. Trabalhar com seriedade, qualidade e pontualidade para deixá-los satisfeitos e, com isso, voltarem e nos indicarem.

De que forma busca se diferenciar dos demais profissionais do ramo de personalização de lembranças?

Somos os únicos que fabricamos, produzimos e criamos tudo que comercializamos. Nosso diferencial é sempre a inovação, a garantia da procedência e, com isso, termos a certeza da qualidade. Cada matéria-prima, embalagem e decoração são cuidadosamente escolhidas e testadas.

Quais as principais influências artísticas em sua carreira?

Profissionais dedicados, principalmente no ramo da perfumaria, me inspiram e encantam.

Nas horas livres, o que mais gosta de fazer?

Ler, cozinhar e ter a companhia da família.

Como cuida do corpo e da mente?

Do corpo, com exercícios e boa alimentação. Da mente, com trabalho prazeroso, família reunida, bons amigos e espumantes.

De que forma você age para atrair os clientes para seu negócio?

Através de um trabalho diferenciado e com a ajuda das mídias sociais para divulgação.

Como artista, de que maneira analisa a atuação de grupos conservadores querendo censurar museus e exposições?

Entendo que, mesmo sendo arte, existe um limite, porque a arte deve encantar e criar emoções boas. Se, ao invés disso, agride e choca, perde o sentido.

Como interpreta o momento político e econômico brasileiro atualmente?

Um momento de absoluta importância. Jamais seremos os mesmos após a Lava-Jato.

Para finalizar, quais as expectativas para 2018?

As melhores possíveis. Retomada do crescimento, mais empregos e renda e, consequentemente, mais desenvolvimento.


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