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Líder de facção criminosa cearense é morto no Rio de Janeiro

Alban Darlan Batista Guerra era um dos criminosos mais procurados pela polícia do Ceará
Postado em 31/07/2020 | 08:17

Um dos criminosos mais procurados do Ceará, Alban Darlan Batista Guerra, foi morto a tiros em uma operação policial ocorrida na cidade do Rio de Janeiro. Darlan era suspeito de praticar diversos homicídios e também de ser um dos líderes de uma facção criminosa cearense. 

Darlan era suspeito de ter assassinado um policial aposentado, o próprio cunhado e outras seis pessoas. O Governo do Estado do Ceará chegou a oferecer uma recompensa de R$ 10 mil a quem fornecesse informações que ajudassem a prendê-lo.

Segundo a Polícia Civil do Ceará, Darlan foi encontrado na madrugada desta sexta-feira (31), em um imóvel no bairro Gardênia Azul, na zona oeste do Rio de Janeiro. Em um confronto com policiais civis cariocas, Darlan foi baleado e não resistiu aos ferimentos e morreu. Uma pistola e um carro de luxo foram apreendidos na ação policial. 

Operação
De acordo com a polícia, três semanas após a prisão de Cilas, a inteligência da Polícia Civil do Ceará identificou uma movimentação de Darlan, saindo de Caucaia em direção ao Rio de Janeiro, em um Toyota Corolla. Darlan chegou à capital carioca na última terça-feira (28).

A informação da chegada do Darlan foi confirmada e repassada para a Polícia Civil do Rio de Janeiro, que mobilizou equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DRFVA) e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) para abordar o suspeito. Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, após reagir à aproximação dos polciais civis, Darlan foi alvejado e teve morte no local. Ele usava uma identidade falsa.

Ainda de acordo com a polícia, a companheira de Darlan também estava na residência. Ela foi encaminhada, junto com as apreensões, para ser ouvida em uma unidade da Polícia Civil do Rio de Janeiro, para dar esclarecimentos. 

Denúncias
Em 2017, o criminoso foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) por um assassinato ocorrido em janeiro do mesmo ano. Conforme a instituição, a vítima em questão foi morta a tiros em frente a casa de Darlan. Em maio de 2019, dois irmãos também foram mortos com a participação de Darlan, conforme depoimento de Heldervan Barbosa do Nascimento, considerado braço de direito de Darlan na época. A participação de Darlan na morte duas mulheres e um outro homem, identificados como Ana Karina Soares Moreno, Margarida Maria de Oliveira e Ivanildo Pinto Lima, era investigada pela Polícia Civil do Ceará (PCCE). Os crimes ocorreram entre 2016 e 2017.

 

 

 

 

 

 
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