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Atraso em repasse, ameaça 10 mil empregos na construção

Levantamento do setor aponta que a dívida do Governo Federal com as empresas chega a mais de R$ 35 milhões, no Ceará
Postado em 01/11/2019 | 19:12
Foto: Divulgação/PMF

Devido aos atrasos nos repasses da União, as construtoras com obras em andamento no "Minha Casa, Minha Vida" vão paralisar as atividades nos próximos dias. De acordo com o Sindicato das Construtoras do Ceará (Sinduscon-CE), cerca de 10 mil operários devem ser demitidos até o fim do ano no Estado. Levantamento do setor aponta que a dívida do Governo Federal com as empresas chega a mais de R$ 35 milhões. 

Clausens Duarte, diretor de um dos empreendimentos afetados, afirma que o residencial Alto da Paz, no Vicente Pinzón, era para ter ser entregue em maio, mas os repasses não aconteceram da maneira correta. Após quatro meses de atraso, a solução encontrada foi demitir boa parte dos funcionários. O quadro era composto por 200 trabalhadores e foi reduzido para 90. 

O presidente do Sinduscon, André Montenegro, ressalta que o atraso acontece desde o fim do ano passado, na gestão do ex-presidente Michel Temer. 

Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional reconheceu que não existem recursos suficientes para a quitação dos atrasos com as construtoras. Segundo a pasta, há um comprometimento da União para resolver a situação. 

Ministro participa de inauguração de residencial 
O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, participa neste sábado (2) da entrega de moradias do programa habitacional de interesse social do Governo Federal, em Fortaleza (CE). A projeção é que as 1.760 residências acolham mais de 7 mil pessoas. As casas são da Faixa 1, voltada a famílias de baixa renda, e estão localizadas no Residencial Luiz Gonzaga.

 

 
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