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Fiscalizações apreenderam mais de 300 garrafões de água

São analisados se os produtos possuíam data de fabricação, rótulos e preços e se estavam dentro do prazo de validade
Postado em 24/10/2019 | 16:32
Foto: MPCE/Arquivo

Beber uma água que tenha preservadas as  propriedades e a  pureza é o que se espera quando se escolhe um produto nos pontos de venda. Mas a realidade, muitas vezes, é diferente. Por isso, é preciso ficar atento aos detalhes, para não ser prejudicado, e acabar comprando e consumindo uma água vinda em garrafão qualquer. 

O Ministério Público do Ceará, Secretaria da Fazenda e Vigilância Sanitária Estadual trabalham juntos para fiscalizar as empresas e os pontos de venda de água. Somente neste ano, mais de 300 garrafões foram apreendidos e empresas notificadas, na operação "Disk Água". 

Durante as fiscalizações são analisados se os produtos possuíam data de fabricação, rótulos e preços e se estavam dentro do prazo de validade. Além, claro, de verificar possuem selo fiscal que identifica se foi feito o pagamento do imposto, o que torna o produto apto para comercialização. São ações básicas que todo consumidor também deve ficar atento ao fazer a compra. 

Leia também: Garrafões de água têm duração máxima de três anos

PROCESSO
Antes de chegar às nossas casas, a água passa por inúmeros processos, que começa na captção na fonte. Na indústria, o primeiro cuidado é com o garrafão que precisa estar dentro do prazo de validade, depois o vasilhame passa por um processo de higienização automatizado, só então está apto a recber a água. O engarrafamento da água não tem contato humano para evitar qualquer contaminação, assim como o processo de lacre. 

Com informações de Eumar Lima, da TV Cidade

 

 
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