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Justiça bate martelo: Advogado deve permanecer em liberdade

O magistrado determinou uma busca no apartamento em que o casal morava e a apreensão das armas do juristas, o que já foi feito pela Polícia Civil
Postado em 19/09/2019 | 19:56

A Justiça cearense decidiu manter a liberdade do advogado Aldemir Pessoa Júnior, suspeito de matar a empresária Jamile de Oliveira Correira (47). A Polícia Civil havia solicitado a prisão temporária do homem, alegando que o suspeito tenta atrapalhar as investigações, mas as contradições nos depoimentos não foram suficientes para justificar a prisão. 

De acordo com o juiz Edson Feitosa dos Santos Filho, o Ministério Público também é contra a prisão temporária. O magistrado determinou uma busca no apartamento em que o casal morava e a apreensão das armas do juristas, o que já foi feito pela Polícia Civil. Aldemir foi proibido de frequentar o apartamento de Jamile e deve evitar contato com testemunhas e com o filho da empresária. Em caso de viagem, deve solicitar autorização judicial. 

No pedido de prisão apresentado pela Polícia Civil, Aldemir teria alterado o cenário em que a mulher foi baleada, apagou vestígios da ação e influenciou no depoimento do adolescente. Ele também se apresentou dias após a morte da mulher, "impossibilitando a realização do exame residuográfico".

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