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Reajuste no preço dos medicamentos é estimado em 4,46%

Entenda como são calculadas as mudanças nos preços dos remédios
Postado em 15/03/2019 | 16:00
Foto: Reprodução

No próximo dia 31, os medicamentos autorizados pelo Ministério da Saúde sofrerão um reajuste de 4,46%, conforme estima a a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma). Anualmente, o preço é corrigido pela Câmara de Regulamentação do Mercado de Medicamentos (CMED), a partir de uma fórmula que considera a inflação do período.

Segundo Antônio Felix, presidente da Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Ceará (Sincofarma-CE), o aumento deve ser baseado no IPCA, acumulado entre março do ano passado e março de 2019. 

Neste ano, todos esses grupos podem ter o aumento máximo de 4,46%, que está abaixo da inflação. Contudo, fabricantes e varejistas podem aplicar descontos, algumas classes de medicamentos chegam a apresentar descontos superiores a 60%.

Mas como é calculado o reajuste? 
O reajuste geralmente é feito com três níveis de porcentagem, isso porque a mudança pode variar entre o consumo dos medicamentos que compõem três grupos. Esses grupos são divididos em alta, moderada e baixa concorrência, ou seja, quanto mais empresas ou marcas fabricando maior a concorrência.

Por exemplo, Omeprazol e Pantoprazol participam do grupo de alta concorrência pois há diversas marcas disponíveis, incluindo os genéricos. Medicamentos como Cetoconazol e Tramadol, que são antifúngicos, participam do grupo de concorrência moderada, por isso tem um aumento um pouco menor em relação ao primeiro grupo. Já os de baixa concorrência, como Betametasona e Dexametasona tem o menor reajuste das categorias.

Colaboração: Maria Dias

 
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