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Suspensão dos atendimentos de emergência gera preocupação

Atendimento na emergência da Maternidade Escola está restrito a pacientes de ginecologia ou com até 20 semanas de gestação
Postado em 19/02/2019 | 13:23

A interrupção temporária no atendimento de neonatologia na Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Meac), em Fortaleza, por causa de problemas de superlotação, gera preocupação na rede de saúde pública da Capital. Grávidas, que venham a precisar de leito de UTI neonatal, buscam outras unidades de atendimento.

O atendimento na emergência da Maternidade Escola está restrito a pacientes de ginecologia ou com até 20 semanas de gestação. Grávidas, que venham a precisar de leitos de UTI neonatal, são orientadas a procurar outras maternidades.

Na Maternidade Escola Assis Chateaubriand funcionam 56 leitos de UTI neonatal e de médio risco. Hoje, há um excedente de 17 bebês, o que faz a direção da unidade manter a restrição de novas internações.

A opção para as pacientes é também buscar unidades da rede de saúde de Fortaleza, que conta hoje com 10 maternidades que atendem pelo SUS, o Sistema Único de Saúde. Cinco delas pertencem ao Município: os Gonzaguinha de Messejana, José Walter e Barra do Ceará, o Hospital Nossa Senhora da Conceição e o Hospital da Mulher. A Prefeitura oferece hoje 20 leitos de UTI neonatal e 52 de atendimento de médio risco para gestantes acima de 35 semanas. Mas a demanda de pacientes só aumenta.

"A Prefeitura tenta dar atendimento à procura por leitos obstétricos e de UTI neonatal através de parcerias com maternidades controladas pelo Estado e também da iniciativa privada", disse Léa Dias, articuladora da Área Técnica de Saúde da Mulher.

Leia tambám: Meac suspende atendimento de emergência

 
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