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Defesa sustenta que empresário não teve intenção de matar

A Justiça aceitou a denúncia do MPCE e pronunciou o réu pelo crime de homicídio doloso, quando existe intenção de matar
Postado em 08/11/2018 | 13:36

Foto: Arquivo pessoal 

O empresário e jornalista Gregório Donizetti Freire Neto, acusado de assassinar sua namorada, a modelo Yrna de Souza Castro, em maio de 2016, deve ir a júri popular. A juíza Danielle Pontes também decidiu não decretar a prisão preventiva de 'Greg', permitindo que ele continue em liberdade, até a realização do julgamento.

Conforme o advogado Leandro Vasques, responsável pela defesa de Greg, "um jovem casal que fazia uso habitual de entorpecentes e que vivia em plena harmonia, sem qualquer desavença, consome drogas numa madrugada. Um deles vem a óbito e a perícia constata overdose. O relatório da autoridade policial enxergou um homicídio não intencional. Se sustentar que Gregório cometeu um homicídio doloso (intencional) é forçar um contorcionismo jurídico. Com todo o respeito de que é merecedora a Magistrada, tal entendimento é sem precedentes na literatura jurídica brasileira. Após a intimação iremos prontamente recorrer dessa decisão e confiamos que ela será modificada no Tribunal de Justiça".

Gregório, escondeu o corpo da jovem no porta-mala de seu carro. Na época, o laudo pericial apontou que a jovem morreu após fazer uso injetável de morfina. Em depoimento, Greg revelou que também consumiu o produto no mesmo dia.

Leia também: Caso Yrna: laudo aponta para morte por overdose de morfina 

 

 
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