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MDB está dividido entre Bolsonaro e Haddad

Líderes nacionais como Eunício Oliveira, apoiam o candidato petista
Postado em 10/10/2018 | 08:11

Presidente do Senado, Eunício Oliveira, apoiará Fernando Haddad. 

Os partidos derrotados no primeiro turno ainda se decidem se apoiarão Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT). A direção nacional do MDB, que reúne o maior número de deputados na Câmara até dezembro, deve se reunir ainda esta semana para se decidir sobre a postura a ser adotada. Parte da legenda defende apoio ao militar, enquanto outra parte apoia Haddad.  

O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (MDB), candidato à reeleição, anunciou o apoio do MDB gaúcho a Bolsonaro, que conquistou 52,3% dos votos válidos no estado. O candidato ao governo de São Paulo, Paulo Skaff, presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesp), que não disputa o segundo turno, também passou para o lado de Bolsonaro.

No entanto, líderes nacionais da agremiação, como o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e o senador reeleito Renan Calheiros (MDB-AL), são aliados de Haddad. Em Alagoas, o PT faz parte da coligação do governador reeleito Renan Filho (MDB).

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, marcou para quarta-feira, (10) a reunião de avaliação do desempenho do partido no primeiro turno das eleições e a decisão sobre a eleição presidencial, com a presença do candidato Ciro Gomes, terceiro colocado no pleito, com 13,4 milhões de votos. Tanto Lupi quanto Ciro sinalizaram que o PDT estará com Haddad, mas mantendo uma postura crítica. Os candidatos eleitos pela legenda para a Câmara e o Senado devem participar do encontro.

O PPS também se reúne hoje para avaliar o seu desempenho no primeiro turno e a posição em relação à disputa presidencial. O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), defendeu que a legenda adote uma postura de neutralidade na disputa e, depois de concluído o processo eleitoral, faça oposição responsável ao vencedor. O PSTU pretende fazer oposição aos dois candidatos. 

A reunião do PSTU está prevista para amanhã (11). O partido anunciou que vai convocar a militância para tomar uma decisão conjunta em relação ao segundo turno. Com críticas a Bolsonaro e a Haddad, o PSTU anunciou que não dará apoio político a nenhum dos dois candidatos. A candidata do PSTU a presidente da República, Vera Lúcia, ficou com 55,7 mil votos. O PV e a Rede devem decidir a postura no segundo turno, mas Marina Silva, derrotada no primeiro turno, já garantiu que fará oposição ao eleito. 

Com informações da Agência Brasil 

 

 
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