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PCC quer mais mulheres no mundo do crime

Apenas 10% dos membros do PCC, são mulheres
Postado em 11/07/2018 | 17:32

De acordo com levantamento do Ministério Público de São Paulo, (MPSP), o PCC (Primeiro Comando da Capital), considerada a maior facção criminosa do país, chegou a marca de 30 mil membros. A cúpula da facção decidiu que é necessário expandir os “negócios” para os presídios femininos e para isso eles querem recrutar mais mulheres para o mundo do crime.

De acordo com o promotor Lincoln Gakya, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), atualmente, apenas 10% dos membros do PCC, são mulheres.

Porém, para facção essa participação ainda é pequena. “Há uma tendência a expandir o quadro feminino sim, isso ficou claro nos bilhetes encontrados pela investigação” explica o promotor. Segundo ele, as mulheres do PCC são tratadas com igualdade, mesmo que não ocupem as posições mais importantes na hierarquia ainda. “Uma vez batizadas, elas possuem os mesmos direitos e deveres que os homens.”

As primeiras mulheres a participarem do PCC entraram por meio de ligações afetivas com algum membro. Elas acabavam participando junto com os companheiros de crimes ou os substituindo quando eram presos ou tinham dívidas.

Porém, o promotor afirma que nessa expansão o foco da facção são mulheres que já tenham uma vida iniciada no crime. “Não estamos falando de mulheres de presos, estamos falando de bandidas, de pessoas criminosas. Elas transportam armas, vendem drogas, matam pessoas. Precisam fazer tudo que os homens fazem”, explica Lincoln Gakya.

Leia mais: Mulheres assumem comando de facções e viram alvo de rivais

Com informações R7

 
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