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Assaltos a coletivos apresenta a maior redução em seis anos

Foram registradas 422 ocorrências este ano, contra 797 em 2017. Presidente do Sindiônibus acredita que mudanças na catraca contribuíram com a queda
Postado em 16/05/2018 | 20:24

Presidente do Sindiônibus, Dimas Barreira, comemorou a redução. (Foto: Divulgação)

O trabalho voltado para a redução dos Crimes Violentos Contra o Patrimônio (CVP), em coletivos de Fortaleza e Região Metropolitana da Capital, apresentou redução de 41% no mês de abril de 2018, em comparação ao mesmo período do ano passado. A queda foi de 422 ocorrências diante das 797 de 2017. Esta é a maior redução de roubos a coletivos em seis anos, quando foram registrados 156 casos nos quatro primeiros meses do ano de 2012. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (16), pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus).

Dimas Barreira, presidente da entidade, destacou que este é o melhor resultado desde 2012. “A Polícia vem agindo com inteligência, colhendo pontos e horários com maiores ocorrências e isso tudo se soma a mudança recente no fluxo de embarque dos ônibus, que aproximou a catraca da dianteira. Diante disso, chegamos a essa redução. Infelizmente, há muito tempo vínhamos aumentando esses números e, agora, apresentamos esse resultado, que é o melhor dos últimos seis anos”, disse. O presidente do Sindiônibus detalhou também o porquê da mudança da catraca no interior dos coletivos e como isso influencia diretamente na redução desses crimes.

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“Da maneira como ficou, se o assaltante entrar pela porta traseira, ele estará muito distante da catraca. E se ele embarca pela porta dianteira, ele fica relativamente confinado ali, próximo ao motorista e ao cobrador, e terá dificuldade para fugir. Então, isso dificulta a dinâmica do crime e o assaltante pensará duas vezes antes de cometer o delito”, salientou.

O titular da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), André Costa, afirmou que as abordagens policiais também contribuíram para a queda: “Em todas as reuniões, nós verificamos quais as áreas com maiores incidências e reforçamos, com os comandantes desses territórios, para que haja uma atenção maior por parte das forças de segurança naquela região. Inclusive, a partir dos dados divulgados, hoje, nós identificamos a necessidade de realinhar as atuações, em razão da mudança nos horários que mais ocorrem esses assaltos”, ressaltou. 

 
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