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Sejus diz que 2 mil pessoas usam tornozeleira eletrônica

De acordo com a Sejus, a manutenção de cada pessoa tornozelada custa apenas R$ 210,75 por mês
Postado em 16/05/2018 | 10:01

A monitoração eletrônica de pessoas é uma alternativa ao encarceramento que tem auxiliado na diminuição de pessoas encarceradas no Ceará. A política, implantada pela Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado em 2013, acaba de chegar à marca de duas mil pessoas monitoradas. São pessoas em progressão de regime ou em cumprimento de medidas cautelares alternativas à prisão.

Para Ilma Uchoa, coordenadora de monitoramento eletrônico da Sejus, o grande desafio é recrutar parcerias da sociedade e outros órgãos para reinserir na sociedade a pessoa que esteve presa e que agora substituirá o encarceramento pelo uso do equipamento eletrônico. 

A coordenadora também destaca que o tornozelamento já é uma realidade no sistema de Justiça do Ceará, principalmente com a interiorização do serviço para as regiões do Cariri, Quixadá, Sobral, Juazeiro do Norte e Iguatu. Ilma Uchoa lembra ainda que é preciso trabalhar o preconceito sobre a pessoa que utiliza a tornozeleira eletrônica.

De acordo com a Sejus, além da alternativa ao encarceramento, o tornozelamento é também uma economia. Quando recolhidos numa unidade prisional, os internos demandam um investimento de cerca de 2 mil reais mensais. A manutenção de cada pessoa tornozelada custa apenas R$ 210,75.

 

 
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