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Piloto suspeito de envolvimento com morte de Gegê é preso

Felipe foi encontrado em um condomínio de luxo no interior de Goiás
Postado em 14/05/2018 | 18:19
Felipe foi preso em um condomínio em Goiás. (Foto: Divulgação/Polícia Civil de Goiás)

O piloto estava em Goiás. (Foto: Arquivo pessoal)

A Polícia Civil de Goiás prendeu o piloto Felipe Ramos Morais, suspeito de envolvimento na morte de Rogério Jeremias Simone e Fabiano Alves de Souza, Gegê e Paca, respectivamente. A prisão aconteceu em um condomínio de luxo em Caldas Novas, nesta segunda-feira (14). O crime aconteceu em fevereiro, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza.

A Polícia, no entanto, buscava um outro piloto, suspeito de trazer drogas do Paraguai para o Brasil. Felipe foi encontrado no local, com documentação falsa. Aos policiais, ele disse que estava com documento falso por temer ser encontrado por facções criminosas. O suspeito revelou que fez serviços para organizações criminosas. 

Por ter mandado de prisão em aberto no Ceará, Felipe deverá ser transferido para o Estado. Em Goiás, deverá responder por uso de documentação falsa. 

Entenda
O piloto conduzia o helicóptero usado na morte de Gegê do Mangue e Paca, líderes nacionais do Primeiro Comando da Capital (PCC). O crime cinematográfico teve repercussão internacional. Após o crime se tornar público, Felipe confessou, através de advogado, que a sua contratação foi feita por Wagner Ferreira da Silva, conhecido como Cabelo Duro. Ele foi executado dias depois, em São Paulo. 

Conforme matéria exclusiva do Portal CNEWS, o helicóptero chegou ao Ceará, dois dias antes da execução. A aeronave foi encontrada durante uma investigação e trazida para o Estado. O equipamento foi concedido à Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). 

Delação

Felipe negociava uma delação premiada com a Justiça. O Ministério Público do Ceará (MPCE) deu parecer favorável a um pedido da defesa de Felipe de reconsideração da manutenção da prisão temporária caso o acordo de delação fosse aceito. No entanto, uma junta de juízes da Comarca de Aquiraz, do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), negou o pedido, no último dia 20 de abril.

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