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Boletim aponta 26 óbitos no Ceará por influenza

Dessas mortes, onze ocorreram em Fortaleza
Postado em 11/05/2018 | 07:54

Aumentou para 26 o número de mortos em decorrência da H1N1 no Ceará, de acordo com dados divulgados na última quinta-feira (10) pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). O total de casos confirmados é de 138.

Do total de mortes confirmadas, 11 ocorreram em Fortaleza. As outras mortes foram registrada em Aracati (1), Caucaia (1), Crateús (1), Eusébio (4), Iracema (1), Jaguaruana (1) Maracanaú (1), Milhã (1), Paraipaba (1), São Gonçalo do Amarante (1) e Solonópole (2).

Segundo o Ministério da Saúde, o Ceará é o primeiro estado do Nordeste e o quarto do país em vacinação contra a influenza na campanha iniciada em 20 de abril. Até a última quarta-feira (9), foram vacinadas 779.826 pessoas, 41% do total do grupo prioritário. Na Capital, mais de 280 mil tomaram a vacina.

Em Fortaleza foram vacinadas 283.844 pessoas até esta quarta (9), representando 45% da meta estipulada pela Prefeitura. 
Entre os grupos prioritários, os que mais se vacinaram foram: os professores (72%), trabalhadores de saúde (60%), puérperas (46%), idosos (44%), crianças (37%) e gestantes (36%).

Leia também: Ceará registra maior número de óbitos por H1N1 desde 2009.

DIA D

Neste sábado (12), ocorre o "Dia D" de imunização contra a Influenza. Todos os 110 postos de saúde de Fortaleza estarão atendendo a população até às 16h30.

O QUE É A INFLUENZA?

A Influenza é uma doença infecciosa aguda, de origem viral que acomete o trato respiratório, de elevada transmissibilidade, distribuição global e comportamento sazonal. Um indivíduo pode contraí-la várias vezes ao longo da vida. Em geral, tem evolução autolimitada, podendo, contudo, apresentar-se de forma grave que é denominada de SRAG.

O vírus Influenza é capaz de provocar epidemias recorrentes e pode evoluir com pandemias quando um novo vírus se dissemina em uma população que não apresenta imunidade. No Ceará, o período de maior sazonalidade dá-se no primeiro semestre do ano.

Dicas para evitar contrair a doença:
1) Lavar sempre as mãos, principalmente após tossir e espirrar. Para lavar a mão, deve-se utilizar água e sabão ou, ainda, álcool 70%. Para utilizar o álcool, é importante não estar com as mãos visivelmente sujas;
2) Utilizar lenços descartáveis;
3) Deixar o ambiente sempre ventilado;
4) Cobrir boca e nariz sempre que espirrar ou tossir;
5) Não tocar na região dos olhos, nariz e boca sem que a mão esteja limpa;
6) Não compartilhar objetos de uso pessoal, como garrafas, copos e talheres;
7) Evitar contato com pessoa doente, evitando abraços, beijos e apertos de mão;
8) Evitar aglomerações em épocas em que o número de casos da doença for alto.

 

 

 
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