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Suspeito por participação em chacina era foragido da Justiça

Douglas Matias é acusado de cometer um homicídio na Praça da Gentilândia, em agosto de 2017
Postado em 13/03/2018 | 08:01

Douglas Matias da Silva, de 26 anos, preso no último domingo (11), suspeito de ser um dos autores da Chacina do Benfica, era foragido da Justiça do Ceará.

Segundo a ficha criminal, Douglas já havia cometido um homicídio nas proximidades da Praça da Gentilândia. O caso aconteceu no dia 5 de agosto de 2017. Conforme relatos, Douglas assassinou Guilherme Renan Alves Figueiredo Delane, de 18 anos, com três tiros dentro de um bar. O motivo do crime seria uma rixa entre os dois. Desde então, Douglas era dado como foragido.

Douglas já possui extensa ficha criminal. Ele tem passagem por homicídio qualificado, roubo e associação criminosa.

O acusado foi preso em um prédio localizado no Meireles, área nobre de Fortaleza, no último domingo (11). Conforme as investigações, ele estava com a namorada em uma festa de aniversário, horas antes da chacina acontecer. O evento acontecia na comunidade Lagamar, também na Capital.

Outros suspeitos

A Polícia identificou outros dois suspeitos de serem integrantes do grupo que provocou a Chacina no Benfica, ocorrida na noite da última sexta-feira (09).  Além de Douglas Matias, a polícia revelou que Francisco Elisson Chaves de Souza e Stefferson Mateus Rodrigues Fernandes também são suspeitos de atuaram no massacre. O trio, inclusive, costumava praticar atos delituosos juntos. 

Francisco Elisson é foragido da Justiça desde outubro de 2017, quando estava cumprindo regime semiaberto e deixou de comparecer perante ao Sistema Penitenciário. Ele tem passagem por homicídio, roubo, receptação e corrupção de menores. Já Stefferson Mateus responde por assalto e receptação de um carro roubado. Os três, conforme as investigações, pertencem à facção criminosa Guardiões do Estado (GDE).

Ordem veio de presídio

A ordem para o ataque teria partido da Casa de Privação Provisória de Liberdade Professor Clodoaldo Pinto (CPPL II), em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza. 

Segundo informações extraoficiais, a polícia descartou que os ataques teriam relação com rivalidade entre torcidas organizadas. Conforme uma fonte da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o que ocasionou a matança foi a perda de armas que pertenciam ao mandante da chacina. Após isso, ele decretou a morte dos que, na opinião dele, teriam facilitado a retenção do material.

 

 
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