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Queimaduras são tratadas com uso de pele de tilápia

O novo método usa a pele do peixe como cicatrizante e facilita a recuperação das queimaduras
Postado em 13/07/2017 | 16:03

Um tratamento recém-descoberto e bastante diferente do convencional está ajudando pacientes vítimas de queimaduras a ficarem com as cicatrizes quase imperceptíveis. O novo método usa a pele do peixe tilápia como cicatrizante.

Nesta quinta-feira (13), a Universidade Federal do Ceará inaugurou em Fortaleza o primeiro banco de pele de tilápia do país. Iniciada em 2015, a pesquisa do curativo com base em animais aquáticos é inédito no mundo, segundo os pesquisadores. 

Aqui no Ceará são registradas mais de três mil queimaduras por ano, no Brasil esse número é bem maior mais de um milhão.

Somente aqui no Ceará são registrados mais de três mil queimaduras por ano. No Brasil esse número ultrapassa um milhão. Porém só existem três bancos de pele no país, que não são suficientes para dar conta de toda a demanda.

Esta semana um lote de mil unidades de tilápia foi captado e esterilizado para marcar a inauguração do primeiro banco de pele animal do país. Feito com a pele do peixe tilápia, o método reduz as dores que os pacientes sentem a cada troca de curativo comum, acelera a recuperação e também custa mais barato.

Os resultados dos procedimentos realizados até hoje alcançaram o objetivo desejado e outras pesquisas estão sendo realizadas com base na pele da tilápia. Quem já se beneficiou com a novidade como Antônio, que queimou a mão num acidente de trabalho, espera que a ciência avance ainda mais.

 
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