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Tragédia com voo da Chapecoense completa um mês

Saiba como estão os sobreviventes e como a equipe está se reestruturando para a próxima temporada
Postado em 29/12/2016 | 09:17
Foto: arquivo

Terça-feira, 29 de novembro, data que o mundo lembrará como o dia que um time de futebol inteiro, jornalistas e outras pessoas perderam suas vidas na queda de um avião em solo colombiano. A tragédia com o voo que levava a delegação da Chapecoense completa um mês nesta quinta-feira (29), e traz, além da lembrança triste pela perda das 71 pessoas que se foram, a esperança de um recomeço e da retomada ao caminho de vitórias da equipe e, principalmente, plena recuperação dos sobreviventes do acidente, seis ao todo.

Sobreviventes

Dos seis sobreviventes da tragédia, quatro eram brasileiros, três deles atletas da Chapecoense e um jornalista. Os jogadores Follmann, Neto e Ruschel e o jornalista Rafael Henzel já reotrnaram ao País.

Entre eles, apenas o goleiro Jackson Follmann, que amputou uma das pernas, continua o tratamento em um hospital. Ele foi o primeiro a retornar ao país. Na madrugada do dia 13 o arqueiro passou por uma nova cirurgia, desta vez para corrigir uma lesão na segunda vértebra da coluna. O jogador chegou em Chapecó no dia 17.

O jornalista Rafael Henzel e o lateral Alan Ruschel chegaram a Chapecó no mesmo dia que Follmann foi levado à São Paulo. Os dois sobreviventes continuaram o atendimento em Chapecó, e receberam alta hospitalar.

O zagueiro Neto, caso mais preocupante dos quatro, foi o último a deixar a Colômbia. Ele retornou ao Brasil no dia 15 de outubro e no dia 22, após passar por tratamento em Chapecó, deixou o hospital.

Recomeço

A equipe catarinense, dizimada após a tragédia, viveu luto intenso antes de retomar as atividades, já visando uma temporada cheia de competições, que será um dos maiores, se não o maior desafio de um clube futebol nos últimos tempos.

O departamento de futebol, que perdeu vários de seus componentes, ganhou o reforço do agora ex-goleiro Nivaldo, de 42 anos, que anunciou a aposentadoria logo após a tragédia e prontamente se colocou à disposição para ajudar a reerguer o clube que defendeu por mais de uma década.

Já para a comissão técnica, o novo presidente da Chape, Ivan Tozzo, acertou a contratação de Vágner Mancini. O paulista de 50 anos foi o escolhido para dar continuidade ao trabalho deixado por Caio Júnior, que também morreu no acidente.

Além do treinador, toda equipe técnica precisou ser reestruturada. Reforços para dentro das quatro linhas também chegaram. Entre os atletas contratados, destaque para o goleiro Elias, que fez uma bela temporada pelo Juventude, o meia Dodô, cedido pelo Atlético Mineiro após passar pelo Figueirense e, por último, o lateral-esquerdo Reinaldo, que renovou seu contrato com o São Paulo e, após defender a Ponte Preta, foi cedido pela equipe do Morumbi ao campeão da Copa Sul-Americana.

Esses e outros membros serão os responsáveis por dar continuidade à trajetória de sucesso que a Chapecoense mostrou ao País, primeiro ao deixar a Série D nacional e chegar à elite do futebol nacional, com campanhas primorosas, incluindo a classificação para a Copa Sul-Americana, competição da qual foi declarada campeã após a tragédia.

Ano cheio

Em 2017, o clube será o com maior programação entre os brasileiros, com a disputa do Estadual, da Taça Libertadores, da Recopa, onde enfrentará o Atlético Nacional, além do Brasileirão.

 
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