26/04/2013 12:30
Emoção, frio e adrenalina em um único lugar

Localizada na ilha sul da Nova Zelândia, Queenstown equivale à cidade mais caracterizada pelo turismo no País. Lá, residem 15 mil habitantes, muitos dos quais brasileiros. O Município é cercado por montanhas, o que explica a fama pela prática de esportes radicais e ao bungee jump de Neves – o segundo maior do mundo.  

A cada ano, milhares de turistas viajam para Queenstown no desejo de curtir o frio que chega a marcar -15ºC nas montanhas cobertas de neve, onde o nowboard se destaca pela procura dos visitantes. A população local se dedica ao turismo não apenas pelo fato de a atividade ser o alicerce da economia, mas pela possibilidade de crescimento pessoal devido à ascensão do negócio. As noites em Queenstown são um toque à parte: bares e restaurantes agitados recebem os mais afáveis à ideia de curtir o frio com música alta e muita farra. No Queenstown Lake, por exemplo, é permitido consumir bebida alcoólica inclusive nos arredores do lago, ao contrário de outras faixas da Cidade. 

A hospedagem é variável para cada tipo de bolso. Passeios ao ar livre constituem o melhor programa na viagem. A razão? A arquitetura que mescla tons históricos e atuais nas edificações de madeira e pedras, restaurantes com especialidade em servir vinhos ao som de músicas tradicionais e seguir em uma gôndola para o local mais alto a fim de avistar o por do sol são momentos inesquecíveis. Os esportes radicais são o ápice da viagem. Os mais aventureiros irão se esbaldar em um voo panorâmico de Pragliding ou no Kawarau Bridge Bungy, um bungee jump comercial (o primeiro do mundo). Por fim, desvendar o Milford Sound, onde é possível fazer um rápido cruzeiro pelas imensas cachoeiras. Isso tudo pode ser vivido através de pacotes de viagens vendidos, em média, por R$ 4.720,00.


Localizada na ilha sul da Nova Zelândia, Queenstown equivale à cidade mais caracterizada pelo turismo no País. Lá, residem 15 mil habitantes, muitos dos quais brasileiros. O Município é cercado por montanhas, o que explica a fama pela prática de esportes radicais e ao bungee jump de Neves – o segundo maior do mundo. 

A cada ano, milhares de turistas viajam para Queenstown no desejo de curtir o frio que chega a marcar -15ºC nas montanhas cobertas de neve, onde o nowboard se destaca pela procura dos visitantes. A população local se dedica ao turismo não apenas pelo fato de a atividade ser o alicerce da economia, mas pela possibilidade de crescimento pessoal devido à ascensão da atividade. As noites em Queenstown são um toque à parte: bares e restaurantes agitados recebem os mais afáveis à ideia de curtir o frio com música alta e muita farra. No Queenstown Lake, por exemplo, é permitido consumir bebida alcoólica inclusive nos arredores do lago, ao contrário de outras faixas da Cidade. 

A hospedagem é variável para cada tipo de bolso. Passeios ao ar livre constituem o melhor programa na viagem. A razão? A arquitetura que mescla tons históricos e atuais nas edificações de madeira e pedras, restaurantes com especialidade em servir vinhos ao som de músicas tradicionais e seguir em uma gôndola para o local mais alto a fim de avistar o por do sol são momentos inesquecíveis. Os esportes radicais são o ápice da viagem. Os mais aventureiros irão se esbaldar em um voo panorâmico de Pragliding ou no Kawarau Bridge Bungy, um bungee jump comercial (o primeiro do mundo). Por fim, desvendar o Milford Sound, onde é possível fazer um rápido cruzeiro pelas imensas cachoeiras. Isso tudo pode ser vivido através de pacotes de viagens vendidos, em média, por R$ 4.720,00.

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